Entender as causas da Depressão

22/06/2020   Emoções / Saúde mental

Quem nunca esteve triste? Quem nunca sentiu-se deprimido? Tal como a alegria, faz. parte da mente humana passar por esta fase. Todas as fases fazem-nos bem ainda que não gostemos das menos boas. Ajudam-nos a mudar rumos, comportamentos, crenças… Se não existissem as emoções de tristeza, raiva, culpa, baixa auto-estima, desmotivação não mudavam-mos nada na nossa vida e permanecia-mos no mesmo lugar. O problema é quando não conseguimos sair, ultrapassar a fase má.

Por vezes não conseguimos sair. Não por cobardia. Não porque somos fracos. Apenas porque não somos todos iguais e os desafios por vezes são demasiado fortes.

Não sabemos tudo sobre as causas mas com certeza existem eventos hiperstressantes que geram feridas emocionais. Quando se repetem o tamanho da ferida aumenta e custa mais a sarar. Muitas vezes achamos que ultrapassamos mas apenas varremos para debaixo do tapete da mente e quando um outro evento ocorre análogo ao primeiro, ressuscita a ferida emocional primária. É um processo inconsciente, não podemos travar pois é uma estratégia de sobrevivência da mente. A única forma é não varrer para debaixo do tapete ou quando da segundo evento hiperstressante que nos afunda procurar imediatamente ajuda. Sim, porque todos precisamos de ajuda. Até Cristo e Buda tiveram guias e ajuda quanto mais o comum dos mortais. Não é fraqueza é inteligência procurar apoio pois tal como não fazemos pão, plantamos verduras ou construímos a nossa casa também não podemos sarar sozinhos as nossa feridas.

 

Podemos recorrer ao psicólogo, ao coacher, psicoterapeuta, ao psiquiatra. O importante é recorrer.

 

Também podem haver causas genéticas. Prefiro chamar transgeracionais pois não acredito em genes defeituosos mas em situações vividas nas últimas gerações poderem causar impressões genéticas a nível do que chamamos programação metabólica gerando antecedentes. O que algumas correntes chamam de “estamos aqui também para ajudar a solucionar questões mal resolvidas da família”.

 

O importante é que existe ajuda sempre. Pode não ser com um técnica ou profissional mas com outra ou outro. Existe uma infinidade de possibilidades. Pessoalmente trabalho com microfisioterapia, leitura biológica, hipnose, suplementação e incito a uma mudança de estilo de vida. Tenho excelentes resultados e tenho vindo a trabalhar cada vez mais no campo do desenvolvimento humano por causa deles. Também acho importante se possível que a pessoa seja acompanhada por um psicólogo em simultâneo pois acredito que o trabalho em equipa dá resultados mais rápidos.